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“Quanto aos homens, não é o que eles são que me interessa, mas o que eles podem se tornar” Jean-Paul Sartre


Tendo em vista o post “Por que Existe Algo e não o Nada?”, agora entendemos que o nada absoluto estável e eterno é tão improvável que poderíamos considera-lo impossível, não obstante diversos pensadores argumentem o oposto.

Não por acaso, o título deste post é o mesmo da obra existencialista do filósofo Jean Paul Sartre, “O Ser e o Nada” (1943), que postula que nossa existência precede a nossa essência, para então surgir no mundo, se descobrir e fazer suas escolhas pautados no livre arbítrio, definindo então um propósito para nossas vidas (uma consequência do princípio da incerteza? …para pensar…) nos libertando de maneiras padronizadas de pensar e evitando recair em padrões de comportamento, encarando as escolhas de nossas ações e o impacto delas sobre e nós e a humanidade. Em sua visão “somos condenados a sermos livres” (algo similar ao nosso universo que combina as Leis e o Caos, aqui entendida como a liberdade responsável).

Seguem algumas considerações e afirmações para pensar e ponderar.
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